João Henrique responderá por improbidade administrativa, garante Rita Tourinho

Além dos 31 vereadores que votaram favoravelmente à aprovação da Lei de Ordenamento e Uso do Solo (Lous), aprovada pela Câmara de Vereadores de Salvador no dia 29 de dezembro, o prefeito da capital baiana, João Henrique, também será alvo do Ministério Público da Bahia. O motivo é o mesmo: improbidade administrativa. O alcaide sancionou nesta segunda-feira (16) a nova norma e para a promotora de Justiça, Rita Tourinho, da 6ª Promotoria da Cidadania – que confirmou a ação ao Bahia Notícias – as condições em que a Lous foi aprovada são “imorais”. “A manobra de transferência de artigos do PDDU para a Lous é ilegal e por isso as vou me reunir com as outras promotoras para definirmos o tipo de ação, mas é certo a de improbidade administrativa”, garantiu. Tourinho explicou ainda que o gestor pode ser enquadrado no Decreto de Lei 201/67, que prevê crimes cometidos por gestores públicos. A medida dispõe sobre a responsabilidade criminal e político-administrativa dos prefeitos e sobre a responsabilidade político-administrativa dos vereadores. Bahia Notícias/Foto Reprodução

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