Após assassinato, comerciante teve de fechar bar no Cajueiro devido à ameaças

Após o assassinato do mecânico Everaldo na região do Cajueiro I, a  dona do bar onde a vítima se encontrava minutos antes do crime, Dona Gildete, acabou tendo que fechar o seu estabelecimento em virtude de ameaças que estaria recebendo.

“Disseram que iriam colocar fogo na minha casa se eu voltasse a abrir o barzinho. No dia, um irmão do rapaz me falou isso e até a multidão gritava que iria botar fogo em tudo. Os outros matam e a gente é que leva a culpa”, disse ela.

Dona Gildete disse que não presenciou o crime, que aconteceu a alguns metros do seu estabelecimento comercial. Com dívidas que agora não sabe como irá pagar, Dona Gildete teve que encerrar suas atividades comerciais. ” Dizem que ele foi lá pra ver minha filha mas ela nem sequer conhecia ele, nós nunca vimos aquele homem”, desabafou.