
O secretário estadual Robinson Almeida falou a respeito da greve da polícia que já adentra pela segunda semana como um movimento impetrado por "um grupo de policiais que nunca tiveram o entendimento como arma de reivindicação". " Temos vivido esta semana momento de intranquilidade na Bahia por conta da truculência desse grupo. O governador tem se epenhado em melhorar as condições salariais dos policias com reajustes consecutivos que geraram um reajuste salarial de 30% acima da inflação, coisa que é muito difícil uma categoria atingir', comentou ele.
Conforme o secretário, o movimento visaria na realidade parar o Brasil, já que o que ele chamou de "onda de medo, com violência explícita, armas expostas em punho, veículos e viaturas roubadas " está sendo insuflado não só na Bahia, como também em outros estados.
Robison Almeida enfatizou que a posição do governo é muito clara, já tendo acenado com reajuste de 6% e firmeza na punição aos policiais que se envolveram em práticas de crimes como formação de quadrilha e roubo qualificado. " Foram atos fartamente documentados e provados perante a opinião pública. Contra esses não há qualquer disposição de negociar, até porque decisão judicial não se negocia", alegou. " Estes são na verdade menos de 1% dos envolvidos na questão. Quanto aos demais o que pesa são apenas questões trabalhistas que podem ser resolvidas. Agora, decisão judicial não é o governo quem revoga", completou.