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"Fiquei chocado com o que vi no Projeto Fênix", afirma presidente estadual da SUDIC

07/10/2011 10:52

O presidente estadual da Sudic, Emerson Leão, também conversou com o repórter da rádio Andaiá Fm, Léo Valente, sobre o distrito industrial. Segundo Emerson Leão, por um lado, a situação do distrito é satisfatória, já que as indústrias estão bem instaladas e funcionando plenamente. Por outro lado, o presidente demonstrou preocupação com a falta de área para expandir o distrito que já está saturado. “Precisamos ampliar o distrito na nossa região. O município tem que participar disso e o estado também, criando a infraestrutura, levando energia, água, asfaltamento e os próprios empresários fazendo o seu investimento”, afirmou.

Já em relação ao projeto Fênix, Emerson Leão demonstrou completo repúdio. O projeto que foi construído com o objetivo de garantir a segurança dos produtores de fogos da região, encontra-se em total abandono. “Fiquei chocado com o que vi no projeto Fênix. O que nós vimos lá é de uma promiscuidade terrível, uma pocilga, com dezenas de porcos, carcaças de animais, milhares de urubus, completamente abandonado”, afirmou.

Emerso Leão disse ainda que não é mais possível protelar a situação que se arrasta há 10 anos. Segundo o presidente, se existe a necessidade do projeto, se há viabilidade na sua execução, então não faz sentido que ele esteja parado. Além disso, "não podemos permitir que dezenas de empresas saiam de Santo Antônio de Jesus por falta de espaço e a gente tendo espaço”, disse.

Para ele, o importante agora é levar a situação ao conhecimento do conselho as secretaria de Indústria e Comércio para que uma solução seja encontrada o mais breve possível. O presidente disse ainda que o prefeito e o empresariado, presentes na reunião, demonstraram sensibilidade com o problema.

O apresentador Léo Valente, chamou atenção para a questão da falta de espaço em Santo Antônio de Jesus. Segundo ele, a cidade está crescendo de maneira desordenada e daqui a pouco será impossível até estacionar na cidade. Léo Valente disse ainda que várias áreas da cidade estão sendo utilizadas por setores privados, enquanto isso, o distrito industrial que geraria emprego e renda para a sociedade vai perdendo espaço por falta de iniciativa dos órgãos competentes. A responsabilidade em relação a desapropriação tem sido passada de um para o outro e o problema continua sem solução.


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