Tu chegaste? Oh, grão de esperança
Nuvem sombra, chuvisco de vida
Pétalas suaves são tuas palavras flutuantes
Farol para os perdidos navegantes
Habilidade fraterna que alumia
A criança, o idoso, o pai, a mãe e a tia
Fortes e doces de razão são teus pés
Bendita realidade dos esquecidos, tu és!
No abandono, na fome, no frio, no arquejar
Encontras possibilidades, verdejar
No ermo social quando tudo não é
Sim, tu és símbolo de luta e muita fé
Sede dos perdidos a diretriz para casa
Para os que não acreditam? Sede a asa
Dos fracos e oprimidos, a mão amiga
Para o choro sufocado, a luz certa da lida
És a queda do muro para os além da margem
Sede a vontade igualitária com coragem
Projetos assistenciais fervilhem em teu ser
Eliminai a exclusão social com teu saber
Pensar em desistir? Nunca, isso jamais!
O limite não te pertence, querer mais e mais...
Querer como o oceano, ser do infinito Sal
Ser sempre a primavera, riso sem igual...
Essa poesia foi feita para homenagear e incentivar os profissionais do Serviço Social nos desafios do cotidiano desta relevante profissão, e foi recitada por mim na UNIFACS num evento que aconteceu no dia 14-09-2011 para dar as boas vindas aos calouros do Serviço Social.