Site de compartilhamento de arquivos é acusado de facilitar pirataria online de filmes e outros conteúdos
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O Federal Bureau of Investigation (FBI) acaba de anunciar que fechou site de compartilhamento de arquivos Megaupload e prendeu quatro executivos responsáveis pela operação do site, sob a acusação de pirataria de conteúdo pela internet. Outros três executivos que estavam envolvidos com o site também serão processados pelo crime. Por enquanto, o site está fora do ar e não há nenhum aviso sobre o motivo.
O MegaUpload, site baseado em Hong Kong, é um dos mais populares sites para compartilhamento de arquivos. Os usuários podem fazer upload de documentos e de arquivos maiores, como vídeos, e permitir que outros internautas baixem o conteúdo de qualquer dispositivo conectado a internet. Muitos internautas à procura de filmes e músicas pirateadas baixam arquivos a partir do site e de outros similares.
De acordo com o FBI, quatro dos sete acusados já estão presos, enquanto aguardam a decisão da Justiça sobre os crimes. Ao mesmo tempo em que os executivos foram presos na Nova Zelândia, agentes do FBI buscaram servidores do MegaUpload em outras localidades e tiraram o serviço do ar. Em diversas ocasiões, os executivos responsáveis pelo serviço já se defenderam contra as acusações de promoção de pirataria. Eles afirmam que a maior parte do tráfego do site é legal.
De acordo com o documento divulgado pelo FBI, os negócios do MegaUpload relacionados a pirataria já renderam mais de US$ 175 milhões. No documento, o FBI chama a empresa de "uma empresa criminosa global que tem membros engajados com lavagem de dinheiro e infrações de direitos autorais em escala massiva."
Pirataria sob a mira do governo americano
A ação acontece um dia após o protesto contra os projetos de lei SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect Intellectual Property Act), que devem ser votados nas próximas semanas nos Estados Unidos. Se aprovadas, as novas leis colocarão regras rígidas para o compartilhamento de conteúdo online e dará poderes à Justiça dos EUA para fechar quaisquer sites suspeitos de pirataria na internet.
O Google, o Facebook e a Amazon podem interromper seus serviços coordenadamente em protesto contra uma lei antipirataria que está em discussão no Senado norte-americano, de acordo com o site da Fox News.
Chamada de SOPA, sigla para Stop Online Piracy Act (pare com a pirataria on-line, em, tradução), a lei tem reforço de representantes da indústria de cinema e de música do país que querem evitar a perda de vendas de seus produtos distribuídos gratuitamente na web. O projeto responsabiliza os sites pelo conteúdo publicado ou distribuído ilegalmente pelos usuários, sugerindo que as empresas encontrem meios para impedir a pirataria. As penas incluem fechamento do site e até cinco anos de prisão.
Disney, Universal, Paramount e Warner Bros., grandes estúdios de Hollywoodm, apóiam a lei, enquanto Google, Amazon, Facebook, eBay, Twitter,PayPal, Zynga, Mozilla, entre outras, são contra.
O diretor da NetCoallition, uma associação das empresas da internet contra a lei, Markham Erickson, afirmou que a Mozilla, que desenvolve e distribui o browser Firefox, já desligou seus servidores durante um dia e que outras empresas como a Wikimedia, responsável pelo Wikipédia, pensa em fazer o mesmo.
Caso o serviço destes sites seja interrompido, os usuários não poderão fazer pesquisas no Google, atualizar o Facebook ou publicar mensagens no Twitter, por exemplo. No lugar das páginas, segundo Erickson, apareceriam mensagens contra a lei. "As pessoas precisam entender o impacto destas medidas pois estas normas mudam o modo como se usa a internet".
Há alguns dias, 40 mil sites retiraram seus serviços do provedor GoDaddy após a companhia afirmar que apoia o SOPA. A NetCoallition publicou uma carta em novembro relatando os perigos da aprovação da lei. Até Sergey Brin, cofundador do Google se manifestou: "Embora eu entenda o objetivo da proposta de reduzir a pirataria on-line, mas estou surpreso que quem cria nossas leis poderia contemplar estas medidas que nos colocariam ao lado das nações mais opressivas do mundo." As informações são do G1.
Nesta Quinta-feira dia 15/12, no prêmio Melhores do Ano realizado pela Associação Comercial em um evento regado de muito requinte, e com a presença de personalidades como o cantor Tatau ex. Araketu, a Miss Bahia Gabriela Rocha e apresentado pela Radialista da Rádio Metrópole FM Juliana Coelho , onde na ocasião a Magic Digital foi Homenageada com menção honrosa pelo empreendedorismo e inovação no segmento agência web.
Fruto de Santo Antonio de Jesus, a Magic Digital foi consagrada a primeira Agencia Web do Recôncavo Baiano, e vem se destacando no cenário Nacional e Internacional, em Junho de 2011 como comprovação de seu reconhecimento a Magic Digital foi a Alemanha representada por seu Diretor de Desenvolvimento Israel Pires a convite da Multinacional FlyMoeli Systems, para prestar consultoria em Tecnologias Digitais a respectiva empresa.
A Magic Digital possui escritórios em Santo Antonio de Jesus na Bahia e Cuiabá no Mato Grosso, os principais serviços oferecidos são no desenvolvimento de Sites e Sistemas Web além do Monitoramento de Redes Sociais.
Você pode conferir o excelente trabalho que esta Agencia Web vem desenvolvendo através do site www.magicdigital.com.br
São Paulo - O Instituto 3M de Inovação Social vai premiar o melhor projeto em tecnologias sociais com enfoque em saúde, educação ou meio ambiente.
O Instituto diz que irá apoiar em até R$ 30 mil durante um ano a implementação do projeto vencedor. Podem participar do Prêmio Instituto 3M os estudantes universitários matriculados em instituições de ensino superior reconhecidas pelo MEC em todo o território nacional.
As inscrições são feitas por meio do site da 3M. Após enviar os dados pessoais, o candidato deve elaborar um projeto de acordo com o regulamento da premiação.
O Instituto 3M receberá as inscrições até 12 de dezembro de 2011. O roteiro para elaboração do projeto está no PDF e pode ser baixado no site oficial. As dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone no número (11) 3372-4387 ou pelo e-mail premioinstituto3m@unisol.org.br.
Iniciativa do comitê de compras coletivas da Câmara de Comércio Eletrônico visa estabelecer boas práticas e evitar lei específica.
Envolvido em recentes problemas com os órgãos de defesa do consumidor, o setor de compras coletivas anunciou nesta terça (29) o lançamento de um código de autorregulamentação para disciplinar as práticas no segmento, o que mais cresce no e-commerce brasileiro.
A iniciativa é do Comitê de Compras Coletivas daCâmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), que reúne as principais empresas do setor, responsáveis por 85% do volume total – sendo que 80% está nas mãos de três: ClickOn, Groupon e Peixe Urbano. Ao todo, há nada menos de 1200 sites do tipo em atividade no país. Leia mais em Aqui